Melhores do Ano Arkade 2025: Death Stranding 2: On the Beach

27 de dezembro de 2025

O primeiro Death Stranding foi um game incrível, ainda que muita gente não tenha gostado de seu conceito, sendo um game em que exploração e caminhadas ocupavam a maior parte do tempo. E, sendo um game de Hideo Kojima, apresentava uma história complexa e cheia de mistérios e reviravoltas. Death Stranding 2 chegou trazendo muito mais disso, mas também trazendo um apelo maior ao público, adicionando muito mais ação à sua fórmula!

O game é ambientado alguns meses após o final do primeiro game, com Sam vivendo com a bebê Lou na fronteira do México, seguindo seu trabalho como portador, fazendo entregas para os diferentes abrigos da região. E então, Fragile reaparece com um nova oferta de trabalho: conectar o México à Rede Quiral, a rede que Sam ajudou a estabelecer no primeiro game como uma medida para impedir a sexta extinção. Mas, algo que ele não contava acontece, o vilão Higgs reaparece e Lou acaba morrendo.

Sam, agora um homem afundado em depressão, é removido de seu isolamento mais uma vez por Fragile para uma nova missão: conectar a Austrália à rede quiral. Apesar de negar a oferta inicialmente, Sam acaba aceitando o trabalho após perceber que ele ainda possui uma conexão com Lou, mesmo ela não estando nesse mundo, e também ao saber que seja lá o que Higgs esteja planejando, não é algo bom.

O game oferece um mundo enorme, com muito mais perigos, mas dá ao jogador logo de cara muito mais ferramentas para explorar os diferentes tipos de terror que encontrar, de montanhas cobertas de neve, desertos com dunas enormes, pântanos alagados, florestas e mais. Mas, acima de tudo, a conectividade entre os jogadores está melhor do que nunca.

Construir estruturas e ver que elas de fato ajudaram outros jogadores é algo incrível, bem como poder se beneficiar de estruturas de outros jogadores, vendo que alguém passou pelo mesmos caminho antes e deixou uma solução lá para quem veio depois é algo muito legal.

E dessa vez há muito mais perigos para enfrentar. As EPs — Entidades da Praia — estão muito mais presentes, e com variações novas. Assim, sempre que a chuva cai e elas aparecem, as coisas ficam complicadas. Isso sem contar com humanos que rejeitam a rede quiral e formam bases atacando qualquer um que chegar perto e certamente o maior perigo do game, os robôs controlados por Higgs, que são muito fortes, resistentes e numerosos!

Assim, Death Stranding 2: On The Beach aumenta todas as qualidades do primeiro game, tornando a aventura muito mais dinâmica e emocionalmente envolvente, principalmente para quem gostou do primeiro game. E com isso, o game precisava entrar em nossa lista de Melhores do Ano de 2025!

Relembre nossa análise de Death Stranding 2: On the Beach.

Renan do Prado

Amante de Metal Gear, platinador de Soulsborne e exímio jogador online (quando o lag não atrapalha).

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