Bangers Open Air 2026 – In Flames entrega um show inflamado, potente e contagiante

26 de abril de 2026
Foto: Marcos Hermes

O In Flames foi uma das bandas que subiram ao palco do Bangers Open Air no sábado, e fazendo jus ao nome, tacaram fogo no festival, fazendo uma excelente apresentação, que muito contribuiu para deixar ainda mais especial um dia que ainda teria Arch Enemy como headliner.

A banda, nascida na Suécia em 1990, celebrou as suas duas últimas décadas com um show sem frescura, direto ao ponto, e que fez todo fã feliz, cantando, balançando a cabeça ou entrando no mosh. E também trouxe músicas de Foregone, um disco bem recebido, por trazer peso e mostrar harmonia entre passado e futuro da banda.

Pinball Map, The Great Deceiver e Deliver Us foram as músicas que começaram a apresentação. Anders Fridén cantou, conversou com os fãs e até pediu silêncio antes de Only for the Weak. Ele conseguiu “domar” a plateia apenas por estar ali, demonstrando um respeito enorme por parte dos fãs, já que a banda não fez nada além de estar lá com a sua música para cativar o público.

Foto: Marcos Hermes

Anders Fridén (vocal), Björn Gelotte (guitarra), Chris Broderick (guitarra), Liam Wilson (baixo) e Jon Rice (bateria) fizeram o esperado: funcionaram como uma bela máquina de rock pesado, tocando tudo de forma precisa e poderosa. O som, que prejudicou o Arch Enemy, aqui funcionou de forma contrária, sendo bem trabalhado e fazendo, mesmo quem estava do outro lado dos palcos, ouvir com clareza tudo o que vinha do Ice Stage.

A banda fez o segundo show em São Paulo, pois já havia se apresentado antes, no dia 23, na Audio, através de uma iniciativa do Bangers que expande o festival com apresentações pontuais. O setlist foi parecido, com Pinball Map, The Great Deceiver, Trigger, Only for the Weak, Meet Your Maker e Take This Life entre as músicas exercitadas. Por ter sido um show mais “próximo do fã”, quem foi afirma que foi uma noite única, digna do fogo que o In Flames joga no palco.

Foto: Marcos Hermes

A banda de Gotemburgo é uma das que ajudaram a criar o death medal melódico que conhecemos, com 15 álbuns evoluindo o conceito, que envolve, como o nome diz, o peso e fúria do death metal com melodias temperando as músicas e trazendo resultados bem interessantes. A banda, que reformulou o seu som nos anos 2000, ganhou muitos fãs a partir desta época, mas que sabem que a chama do In Flames não é mera nostalgia, com passado e presente coexistindo com harmonia no palco.

O In Flames deixa o Brasil com o dever cumprido: mostrou sua relevância no cenário, garantiu moshs e sinalizadores acesos, fez o público interagir com um show direto e reto. E que tem potencial para voltar mais vezes, já que a aprovação do fã brasileiro foi unânime.

Aproveite que está aqui e siga o Arkade no 

Aproveite e confira o melhor das ofertas em games na Amazon

Ganhamos uma pequena comissão nos links compartilhados em nossos posts. Você não gastará nada mais com isso e ainda apoiará o jornalismo independente de games e cultura.

Junior Candido

Conto a história dos videogames e da velocidade de ontem e de hoje por aqui! Siga-me em instagram.com/juniorcandido ou x.com/junior_candido

Mais Matérias de Junior