Gallipoli, FPS ambientado na Primeira Guerra Mundial, vai te levar para as batalhas que aconteceram no Império Otomano

A BlackMill Games finalmente cravou a data de Gallipoli. O novo shooter em primeira pessoa da série WW1 chega a partir do 20 de agosto de 2026 no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Depois de Verdun, Tannenberg e Isonzo, o estúdio holandês resolveu sair da Europa e levar os jogadores pro front otomano. O nome vem da campanha de 1915, quando forças aliadas tentaram abrir caminho pelo estreito dos Dardanelos e enfraquecer o Império Otomano. O que foi projetado para ser uma ação rápida se tornou em um inferno, com meses de desembarques sangrentos, trincheiras cavadas e um calor que castigava todo mundo.
Mas no jogo, conforme explicado pela Multiplayer.it, você não fica só assistindo a história acontecer. Você pega o seu capacete e fuzil, e entra nas partidas de 25 contra 25, lutando em mapas que recriam praias, dunas costeiras, desertos secos e ruas destruídas. O modo principal, Expedition, funciona em torno de momentum: o time que consegue manter a pressão e avançar junto geralmente leva a melhor.
A proposta continua a mesma da série: realismo acima de tudo. São mais de 50 armas e equipamentos fiéis ao período. Cada fuzil tem seu peso, recarregamento demora, fogo de supressão te obriga a abaixar a cabeça e a mira piora se você corre demais ou fica exposto tempo demais. O shooter tenta, na medida do possível, recriar a situação real de combate no conflito de mais de 100 anos atrás.
O sistema de classes também evoluiu. São dez especializações no total, cada uma com dois kits que trocam perks, equipamentos e até armas disponíveis. Tem o Officer que coordena o esquadrão, o Light Machine Gunner pra botar pressão, o Stretcher Bearer que revive aliado, o Engineer que monta coisas no mapa, atiradores de elite e funções de suporte de munição. Escolher bem a classe pro momento da partida faz diferença de verdade no resultado.
Tem crossplay entre PC e consoles, e bots de IA entram nas salas públicas pra completar a contagem quando precisa. Quem já jogou os títulos anteriores vai reconhecer o feeling tático, mas os novos cenários do Oriente Médio e o sistema de classes renovado trazem a variação que uma série focada nas batalhas europeias precisava.
Com a data definida pra agosto, dá pra curtir de novo ou conhecer Isonzo pra pegar o ritmo do game. A BlackMill Games costuma manter a série ativa, então a comunidade dos jogos antigos continua bem firme.
Gallipoli não tenta virar o próximo battle royale de sucesso e nem inventar mecânica revolucionária. Ele só faz o que a série sempre fez: colocar você dentro de um pedaço específico da Primeira Guerra com cuidado nos detalhes e combate que exige mais cabeça do que reflexo. Pra quem curte shooter multiplayer com contexto histórico de verdade, está aí uma ótima opção para se divertir e aprender mais sobre este conflito histórico.
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