Bangers Open Air 2026 – Black Label Society trouxe o talento de Zakk Wylde e homenagens a Ozzy em show de qualidade

O Black Label Society foi um dos grandes nomes a se apresentar no Bangers Open Air de 2026. Zakk Wylde e sua banda se apresentou no início da noite, para um público que já estava pronto para as atrações principais do dia, e que lotou as áreas frontais do Memorial da América Latina.
Tanto o público da Front Row, espaço dedicado a quem pagou pelo ingresso especial, quanto o pessoal da pista, deixaram a grade cheia de gente pronta para ouvir uma das atrações mais esperadas do dia, que envolveu riffs, a boa mistura de gêneros da banda e merecidas homenagens.
Além de seu conhecido crucifixo com crânios como pedestal de microfone, como forma de demonstrar o seu catolicismo fervoroso, Zakk Wylde teve como companhia no palco John DeServio no baixo, Dario Lorina dividindo a guitarra e Jeff Fabb na bateria, com a qualidade e precisão esperada, mesmo com problemas de som que acompanhariam o festival durante a noite. Mas o fã que está lá, ainda mais naquela altura do campeonato, nem quis saber do volume das guitarras.

Funeral Bell começou os trabalhos, sendo continuada por uma faixa nova: Name in Blood, que se mostrou bem recebida pelo público e que prova que a banda segue em alta, no que diz respeito ao seu repertório mais atual.
Destroy & Conquer, A Love Unreal e Heart of Darkness deram sequência ao show, antes da primeira homenagem do dia: No More Tears, do Ozzy Osbourne. A banda, que surpreendeu os fãs em Denver ao tocá-la durante um show em março, trouxe a homenagem para o Bangers, cantando junto com o público este clássico, que foi finalizado com gritos de “Ozzy, Ozzy”.
Zakk também prestou tributo a Dimebag Darrell e Vinnie Paul, ao colocar uma imagem dos dois irmãos do Pantera, quando tocou In This River, dedicando a música aos dois falecidos músicos, que também tinham muita proximidade com o músico.

Ozzy foi homenageado outra vez, com Ozzy’s Song, música que reflete toda a gratidão de Wylde pelo mentor e amigo. O músico deixa bem claro a gratidão profunda que sente por Ozzy, e com a passagem do cantor, as homenagens ficam ainda mais fortes. Zakk até brinca dizendo que se tornou um católico fervoroso apenas para agradecer a existência do Black Sabbath. E é notório a forte emoção destes momentos.
Mas além disso, Zakk também celebrou o legado do Black Label Society, tocando o “que o povo gosta”, tocando sua guitarra de tudo quanto é jeito, incluindo de costas, fez duelos e trouxe todo o seu conhecido carisma para o palco.
Stillborn concluiu uma noite que confirma, mais uma vez, o carinho do público com o Black Label Socitety, Zakk Wylde e sua trupe, que garantem portas abertas sempre que quiserem voltar para mais apresentações.
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