BGS 2017: O multiplayer frenético de Call of Duty WWII

13 de outubro de 2017

Uma das maiores filas em todas as edições da Brasil Game Show acontece em meio ao estande da Actvision, que retornou a feira neste ano com Destiny 2 e Call of Duty WWII. E, com a alta expectativa em meio a o novo game da Sledgehammer Games, que traz de volta o tema “Segunda Guerra” para a franquia, demos um pulo lá para conferir algo muito importante: o seu multiplayer.

Como a série passou por um período futurista, com combates frenéticos e elementos de apoio como o salto duplo ou drones, todos queremos saber como será a disputa entre jogadores com a tecnologia dos anos 40, com suas carabinas, bombas de fumaça, e tudo o mais que acompanhamos em Band of Brothers e outras obras do gênero.

De cara, já é possível ver o alto nível de profundidade do jogo, com a escolha de diversas categorias das forças armadas que participaram do conflito, como a Infantaria, o Airbone (responsáveis, por exemplo, pela invasão por ar via pára-quedas na época do dia D), ou os Marines, fuzileiros dos Estados Unidos, para citar alguns. “Classe” escolhida e armas idem, hora de disputar o clássico “capture a bandeira”, em disputa entre aliados contra eixo.

Tudo aconteceu bem simples como a modalidade sugere, porém com um nível frenético que surpreendeu. Para uma guerra que envolve armas mais lentas, recarga mais devagar e poucos elementos de apoio, os combates são sim muito velozes e a sensação de se estar em um filme sobre o conflito é enorme. Os cenários representam muito bem a Europa sob ataque, com casas destruídas, carros e tanques largados por explosões e varios elementos, como pequenos buracos nas paredes ou sobrados que viram linha de tiro, ajudando a criar sua estratégia de combate.

No fim, após um halftime e uma nova rodada de tiroteio, pudemos sair satisfeitos do local. Call of Duty finalmente desistiu de tocar as estrelas e agora, pé no chão, e com as competências atuais de consoles e PC, pode ampliar e muito a experiência da Segunda Grande Guerra, com um trabalho artístico bem caprichado, e oferecendo um gameplay multiplayer surpreendentemente rápido e ágil, com um suporte muito interessante para a comunicação entre as equipes, que agora se faz mais necessária, pois não há mais espaços para “supermans” saírem tomando tiro a toda hora.

Junior Candido

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