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Então quer dizer que o modelo pay-to-win realmente funciona?

Pesquisa da NPD mostra como jogos pay-to-win e modelos freemium conseguem atrair jogadores e gerar receita para seus desenvolvedores.

Raphael

Esta matéria é de 2012 e pode estar desatualizada.

Então quer dizer que o modelo pay-to-win realmente funciona?

Entre as 10 coisas mais odiadas no mundo gamer (quem sabe faremos um post sobre isto? – sugestões nos comentários) com certeza estão os jogos pay-to-win, aqueles jogos em que todos podem jogar de graça, mas só quem paga consegue ganhar. Mas, contrariando o senso comum, aparentemente eles fazem sucesso – e garantem uma boa grana para o bolso de seus desenvolvedores!

Para você leitor que ainda não sabe como funciona o modelo pay-to-win, imagine-se jogando um jogo grátis. Você pega sua espada e sai caçando monstros na floresta para ganhar experiência e ítens para combater outros jogadores. Após 3 semanas jogando, você consegue uma espada muito poderosa, mas um outro jogador, que começou fazem só dois dias, já tem uma espada muito melhor que a sua, e sem esforço nenhum, isto porque ele a comprou na “lojinha” dentro do jogo, com dinheiro de verdade.

Outro exemplo é quando você chega em uma certa área que só pode ser explorada por jogadores que pagaram por aquela área. Em muitos casos, a grana que você pode gastar em um jogo destes para tê-lo “completo” é maior do que você pagaria se fosse comprá-lo se fosse lançado em retail. Assim funcionam Age of Empires Online, Battlefield Heroes, Combat Arms e vários outros, incluindo a maioria de jogos para facebook.

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Apesar de nosso ego orgulho gamer nos dizer que não vale a pena pagar por itens in-game que não demonstram a sua habilidade como jogador, e sim que você comprou aquela armadura mais forte e está ganhando porque investiu dinheiro em algo que teoricamente era “grátis”, o sistema pay-to-win funciona! Bom, pelo menos para os desenvolvedores (e para quem paga). Segundo NPD, um grupo norte-americano de pesquisas de mercado, 40% das pessoas que jogam estes jogos “freemium” – união das palavras free + premium – acabam comprando algo dentro jogo. A pesquisa também concluiu que 84% dos jogadores que experimentam o jogo continuam jogando, e que mulheres são as que têm menor chance de abandonar o game.

Então, caros desenvolvedores brasileiros buscando uma oportunidade nos mercados online, não se esqueçam que, apesar das estatísticas para o Brasil provavelmente serem um pouco diferentes, em média, de cada 5 pessoas seus que jogam games “grátis”, 2 deles pagam por conteúdo extra, ítens, flechas douradas que dão mais dano, munição explosiva, vaquinhas brilhantes e angry birds fantasiados de nyan cat.

Via Joystiq

Próxima matéria Battlefield: filme baseado no game é anunciado, e terá Michael B. Jordan como protagonista Cinema e Séries Battlefield: filme baseado no game é anunciado, e terá Michael B. Jordan como protagonista Michael B. Jordan estrelará e Christopher McQuarrie produzirá a adaptação de Battlefield para os cinemas.

Age of Empires Online

Ficha do jogo
Plataformas
PC
Lançamento
16 de agosto de 2011
Desenvolvedora
Robot Entertainment, Wargaming Seattle
Publicadora
Xbox Game Studios
Gênero
MMORTS
Raphael

PC Gamer / Time Traveller

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