Análise Arkade: Resident Evil Requiem é uma homenagem a toda a franquia Resident Evil

2 de março de 2026

Resident Evil Requiem está entre nós e já se tornou o game mais jogado da franquia durante seu lançado! Trazendo novos rostos e um grande velho conhecido, o game já prometia grandiosidade em seu anúncio ao revelar que voltaríamos a Raccoon City, local em que tudo começou! Então, vamos começar pelo começo e falar muito sobre o game!

Retornando ao passado

Resident Evil Requiem é ambientado no ano de 2026, acompanhando a jovem analista do FBI Grace Ashcroft, filha de Alyssa Ashcroft, uma das personagens jogáveis de Resident Evil Outbreak e Outbreak File #2. Oito anos antes dos eventos do game, Grace testemunhou sua mãe ser morta por um estranho homem encapuzado no Hotel Wrenwood.

Anos depois, o bioterrorismo continua sendo um perigo constantemente presente no mundo, e Grace passa a investigar uma estranha nova infecção que causa manchas escuras no corpo de infectados, levando-os a morte em pouco tempo, descobrindo algo em comum em todas essas pessoas: Elas eram sobreviventes de Raccoon City. Grace, uma jovem tímida e insegura, é então enviada por seu chefe de volta ao Hotel Wrenwood para investigar novas mortes causadas por essa estranha doença. Não demora muito para ela encontrar Victor Gideon, um bizarro cientista que trabalhava para a Umbrella Corporation no passado. Com ele a sequestrando no hotel e levando-a para sua própria clínica médica.

Porém, o veterano Leon S. Kennedy também está investigando essas estranhas mortes, e logo de início descobrimos um dos motivos: Leon também contraiu a doença que está matando sobreviventes de Raccoon City, com manchas escuras em seu corpo. Leon testemunha o sequestro de Grace, com Gideon usando uma arma para injetar um vírus em pessoas andando nas ruas de Wrenwood, transformando-as em zumbis e gerando um imenso caos para acobertar sua fuga. E sim, os zumbis estão de volta, mas diferentes de antes!

E assim, Resident Evil Requiem começa nos mostrando um pouquinho dos dois estilos de game presentes, que detalharemos melhor adiante, e preparando o palco para o intenso e nostálgico ponto principal da história: O retorno à Raccoon City!

Um game um pouco curto para o padrão atual, mas poderoso

Em comparação com os games mais recentes da série, em especial Resident Evil 7, Resident Evil Village e Resident Evil 4 Remake, o novo game parece um pouco curto. Comparar com Resident Evil 4 e Village talvez seja até injusto, pois esses games possuem mapas gigantescos. Comparativamente, talvez seja possível dizer que Resident Evil Requiem tenha um mapa com tamanho semelhante ao da trilogia original. Nem muito curto, nem muito extenso, em que você pode perder horas para explorar tudo ou ir do ponto A ao B bem rápido.

Apesar disso, Resident Evil Requiem é poderoso. Seus mapas envolvem bastante exploração e backtracking, algo que não pode faltar num game da série. O início do game acontece no Hotel Wrenwood e em seus arredores, uma área propositalmente pequena, mas bem construída, principalmente para dar a partida na atmosfera do game. A segunda área, a clínica de Gideon, lembra muito a Mansão Spenser de Resident Evil 1, sendo uma área compacta, mas que requer bastante backtracking para coletar todos os seus itens e resolver seus puzzles.

Os puzzles do game são bastante simples, com nenhum se destacando muito, o que é uma pena. Ainda assim haja vários puzzles para o jogador resolver, principalmente jogando com Grace, a grande maioria deles possui soluções que podem ser encontradas por perto, normalmente dentro da sala em que eles se encontram. Não sei se isso poderia ser classificado como puzzles (em minha opinião não), mas o que o game contém muito são itens necessários em uma sala que estão localizados em outro lugar. Algo bem comum na série.

Dessa forma, Resident Evil Requiem parece ser um tanto curto e mais direto. Ou talvez seja eu que esteja acostumado com vários puzzles bloqueando o caminho. Mas ainda assim, eu levei pouco menos de 12 horas para terminar o game em minha primeira jornada (E pretendo jogar mais). Mas, o mais importante é que o game é marcante. Resident Evil 7 e Village foram ótimos games, mas Ethan e Rose Winters não foram marcantes para mim assim como Leon, mesmo eles sendo ótimos personagens. E mesmo Grace Ashcroft, a novata da série, mostrou-se uma personagem bastante envolvente. Será que posso falar de “nepostimo gamístico” pela relação dela com Alyssa Ashcroft, mesmo eu nunca tendo jogado Resident Evil Outbreak?

Provavelmente não, mas a resposta do que torna Resident Evil Requiem tão poderoso é podermos retornar à Raccoon City e rever lugares icônicos da trilogia original, como a R.P.D., o local em que Leon inicia Resident Evil 2, bem ao lado do caminhão-tanque que explodiu, a loja de armas de Kendo e etc. Aliás, a Raccoon City de Requiem é a mesma dos remakes de Resident Evil 2 e 3. E uma coisa muitíssimo legal, e me perdoem pelo pequeno spoiler, mas quando entramos na R.P.D. a música da delegacia, lá do original de Playstation 1, começa a tocar ao fundo. Retornar à Raccoon City, para mim, teve o mesmo efeito quando voltamos à Shadow Moses em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. É voltar para um local que marcou minha história gamer e ver como ela está décadas depois.

Grace e Leon e seus dois estilos de jogo

Grace e Leon possuem dois estilos de jogo distintos, com Grace tendo foco em terror e Survival Horror e Leon com um estilo mais focado na ação, ao estilo Resident Evil 4 e Village. E essa diferença entre os dois personagens é quase como se tivéssemos dois games dentro de um só.

Grace foi projetada para ser controlada em perspectiva de primeira pessoa, assim como com Ethan Winters, de forma a adicionar mais “imersão” em seu controle, fazendo o jogador “entrar no terror”. Talvez por conta disso, o modelo de Grace parece um tanto mal-acabado na introdução do game. A partir da clínica médica, é possível ver que seu modelo ficou melhor. Talvez seja apenas um glitch que será corrigido futuramente, mas isso é algo bastante notável. Em minha jogatina, preferi jogar tanto com Grace e Leon em perspectiva em terceira pessoa.

Jogando com Grace, mesmo da dificuldade padrão, itens, especialmente munições, são bem raros. E a quantidade de zumbis que encontramos é grande, tornando impossível lidar com todos eles para limpar salas para facilitar as coisas. E se isso não bastasse, Grace ainda possui sua própria perseguidora, um monstro enorme que foi apresentado nos trailers do game, que persegue Grace no escuro e é genuinamente aterrorizante.

Como o foco de Grace é o Survival Horror tradicional, ao controlarmos ela nós salvamos o progresso nas boas e velhas máquinas de escrever! E dependendo do nível de dificuldade que você escolher, ainda precisará de cartuchos de tinta para salvar, assim como antigamente! O inventário dela também é limitado, contando inicialmente apenas com 8 espaços de itens, que podem aumentar ao encontrar bolsas, que aumentam a capacidade do inventário em 2 para cada uma encontrada. Mas ela tem acesso a sempre útil caixa para guardar itens.

Tanto Grace como Leon possuem acesso ao recurso de criar itens, como combinar ervas para criar itens de cura melhores. Porém, não temos ervas azuis, vermelhas, roxas ou amarelas aqui, apenas as ervas verdes. Grace pode aumentar sua barra de vida com itens especiais que podem ser encontrados nos cenários ou fabricados, mas eles são raros de achar. E para criar itens, Grace especificamente usa um recurso bem grotesco, o sangue dos zumbis e monstros que ela matar. Em certo ponto do game, encontramos um coletor de sangue, usado para extrair sangue de cadáveres. Combinando esse sangue com outros componentes criamos munições e outros itens úteis.

Leon tem o mesmo estilo de Resident Evil 4. Ele é bastante ágil, consegue munição ao matar inimigos e seu inventário é aquela maleta em que podemos organizar os itens livremente. Enquanto Grace tem acesso somente a pistolas como armas de fogo, Leon pode acessar um arsenal completo de pistolas, espingardas, metralhadoras, rifles de precisão, granadas e etc. Ambos podem usar armas brancas, com Grace ficando limitada a usar facas simples e facas improvisadas que se quebram após o uso, assim como no remake de Resident Evil 2. Leon por outro lado tem acesso a uma poderosa machadinha, usada para aparar ataques, atacar inimigos e executá-los quando eles estiverem atordoados. A machadinha possui durabilidade mas não se quebra. Se sua durabilidade se esgotar, basta apertar alguns botões e Leon a afiará, restaurando seu uso instantaneamente.

Para salvar, Leon deve interagir com computadores. Porém, ele não tem acesso a caixa para guardar itens. Ao invés disso, ele tem acesso à caixa de suprimentos, que lhe permite comprar novas armas, itens e instalar melhorias em suas armas. Resident Evil Requiem não possui um vendedor como em Resident Evil 4 e Village, tudo é realizado pela caixa de suprimentos, e conseguimos créditos para comprar itens ao matar monstros e encontrar pulseiras de soldados mortos. Infelizmente, Leon não pode guardar itens na caixa de suprimentos. Se você estiver sem espaço, deverá vender algo. Assim como Leon tem acesso a várias armas, se há alguma que você não está usando mais, o melhor é vender a arma ao invés de deixá-la pegando poeira no inventário.

Resident Evil Requiem = Resident Evil 1 até 9

Resident Evil Requiem não é apenas o nono game da série principal de Resident Evil (pelo menos é o nono game numerado), mas sim uma verdadeira homenagem a série inteira, pois junta elementos de todos os seus games em uma coisa só, desde adições sutis até completamente explícitas.

Começando pelo óbvio, voltamos à Raccoon City, palco de Resident Evil 1, 2, 3, Outbreak e Outbreak: File #2. Visitamos novamente a R.P.D., local icônico de Re 2 e 3. Temos uma breve participação de Alyssa Ashcroft, uma das protagonistas da série Outbreak. Além de menções a vários personagens da franquia toda. Inclusive com Sherry Birkin atuando como o suporte via rádio de Leon!

O gameplay puxa elementos dos remakes de Resident Evil 2, 3 e 4, além de oferecer a possibilidade de jogar em primeira ou terceira pessoa, como em Resident Evil 7 e Village. Um pequeno spoiler, mas temos muitas menções à BSAA, a organização anti-biterrorismo que Chris Redfield fez parte em Resident Evil 5. E… temos cenas de ação de completo absurdo saídas diretamente de Resident Evil 6. Sim, até o game menos apreciado da série foi homenageado aqui!

Dito isso, Resident Evil Requiem é um game que demanda conhecimento prévio. RE 7 e Village, ainda que sejam continuidades da série principal, podiam ser jogados de forma independente, contendo algumas referências aos anteriores. Resident Evil Requiem não. Esse game não faz referência aos seus antecessores, ele É sobre os seus antecessores.

Revisitar Raccoon City não terá significado para quem não jogou a trilogia original. Muitos nomes mencionados e arquivos de texto encontrados fazem referência direta a diversos eventos da série, desde as Montanhas Arklay até a destruição de Raccoon City. E ainda há pequenas menções dos eventos de Resident Evil 4 até Village. Mas o foco principal é nos games clássicos. De certa forma, Requiem é como se fosse o encerramento da história de Raccoon City.

Inclusive, os principais inimigos do game são os zumbis! Eles estão de volta e olha, que saudades eu estava deles! Mas, dessa vez, eles possuem uma crucial diferença que os torna ainda mais trágicos. Os zumbis de Requiem retém memórias de quando ainda eram vivos, eles podem falar e muitos deles, ao se transformarem ficaram presos em coisas específicas de suas personalidades vivas. Há zumbis que detestam a luz e são obcecados em apagar as luzes de salas e corredores. Zumbis faxineiras que continuam a tentar limpar a clínica e atacam Grace gritando “você está sujando tudo!”. Zumbis médicos que detestam barulho, afinal hospitais precisam de silêncio.

As mais icônicas são duas zumbis que em vida eram cantoras. E após se transformarem, elas ficaram obcecadas em continuar fazendo o que mais gostavam, cantar. Encontrar essas zumbis é algo realmente terrível, pois elas cantam, riem e choram ao mesmo tempo. E há ainda zumbis confusos, que choram e se perguntam repedidas vezes “o que aconteceu comigo?”. Dessa vez não estamos enfrentando mortos descerebrados famintos por carne humana. Mas pessoas que não possuem mais controle sobre si após morrerem. E além disso, eles são inteligentes o suficiente para saberem usar armas, como facas, canos, motosserras e até armas de fogo.

E não apenas isso! Se você já jogou o remake do primeiro Resident Evil então vai se lembrar dos terríveis Crimson Heads, zumbis que sofreram mutação ficando muito mais rápidos, fortes e resistentes. Eles estão de volta! Ao matar zumbis, eles podem não morrer em definitivo. E alguns deles, após um tempo, sofrem mutação, com suas cabeças inchando, transformando-os em Cabeças Pustulantes, sendo mais fortes, mais rápidos e muito mais difíceis de se matar! Para impedir que eles apareça,. Grace pode criar um soro coagulante. Ao usar eles nos zumbis, eles incham e explodem, espalhando sangue e ossos para todos os lados!

No fim, Resident Evil Requiem é um game feito especificamente para os fãs de Resident Evil. Se você nunca jogou nada da série e quer começar pelo Requiem, serei sincero em dizer que não é uma boa ideia. Ainda que seja possível entender a história de forma paralela, você só vai entender mesmo se conhecer a série toda. Ou, pelo menos, conhecer os eventos de RE 1, 2, 3, Outbreak, Outbreak: File #2 e 6. Eu mesmo nunca joguei a série Outbreak, e espero muito ver remakes deles surgindo no futuro. E nunca joguei Resident Evil 6, sendo o único game da série numera que ainda não joguei (É um absurdo esse game, que já tem 14 anos custar 100 reais na PS Store e 90 reais na Steam. O dia que tiver uma promoção boa de verdade, eu jogo). Mas o principal eu conheço e justamente por isso o game foi especial para mim.

Inclusive, nosso editor Junior Candido publicou um pequeno resumo da série inteira para preparar os jogadores para o novo game, então, se você ainda não conferiu, vai lá dar uma olhada!

“This game contains scenes of explicit violence and gore”

Infelizmente o game não começa com essa mensagem na tela. Eu amo essa mensagem. Quando eu era um pré-adolescente e estava conhecendo o universo de Resident Evil essa simples frase me fazia ter calafrios antes mesmo de apertar start na tela de início de cada um de seus games. Requiem pode não começar com essa mensagem, mas há muita, muita violência e sangue nesse game.

O nível de brutalidade das mortes é realmente insano. Atirar na cabeça de zumbis faz seus crânios explodirem, com eles ficando com olhos pendurados e cérebros expostos. Explodi-los, seja usando uma espingarda com com um soro coagulante, é incrivelmente visceral. A Capcom não teve medo algum em apresentar gore nesse game. Sabe quando, por medo de não vender bem, alguns estúdios diminuem o nível de violência em seus games (uma preocupação legítima, não nos deixemos enganar)? Aqui parece que a galera da Capcom pensou “tem bastante sangue já né? Pois coloca ainda mais”! Esse é provavelmente o game mais sangrento de toda a franquia. E eu quero que seja assim mesmo! Isso é Resident Evil e não estamos mais na década de 90!

As cenas de morte de Grace e Leon também são incrivelmente brutais. Há mortes leves, como ser devorados por zumbis, até mortes terríveis com motosserras, ou o monstro que persegue Grace a destruindo de forma brutal. E por aí vai. O visual dos zumbis está fenomenal, cada um deles possui expressões faciais, seja de raiva, dor ou tristeza. Cada monstro, dos zumbis a perseguidora de Grace e outras criaturas que vemos conforme avançamos são grotescamente bem construídas. E como já é padrão na série, podemos desbloquear os modelos dos personagens e monstros e visualizá-los em detalhes.

Grace, Leon e todos os personagens humanos/humanoides possuem visuais bem realistas. Todos eles são muito bem feitos. E a atuação deles, especialmente de Grace, são magníficos. Grace é tímida, assustada e insegura, fazendo com que ela não olhe outros personagens nos olhos quando fala, gagueje e se encolha quando assustada. E Leon, agora um cinquentão, mantém a pose confiante, faz piadinhas a todo momento e, apesar de sua misteriosa infecção, está em excelente forma. Ah, e mesmo agora com cabelos grisalhos e rugas, o cabelo está sempre bem arrumado!

Por fim, os cenários contam histórias. Podemos ver sujeira, sangue, cadáveres que contam de forma visual os horrores que aconteceram em cada local antes de Grace ou Leon chegarem ali. E Raccoon City, em toda a sua desolação e abandono, está magnífica. Como sempre, gosto de usar sujeira como parâmetro de qualidade visual. E a sujeira de Resident Evil Requiem é perfeita.

A trilha sonora do game é excelente. E como já mencionado antes, algumas músicas da era do PS1 tocam em Raccoon City. E se a trilha sonora atual, ainda que boa, não é tão marcante, a antiga é sim, e muito!

O game possui localização completa em português brasileiro e ela é pura perfeição. A atuação de cada personagem é magnífica e ver esses personagens falando nosso idioma é algo que me encheu de alegria enquanto jogava. A Capcom nunca decepciona quando é pra tratar bem o público brasileiro.

Conclusão… e o que vem por aí…

Resident Evil Requiem é sem dúvidas um dos melhores games da série. E acima de tudo, é uma carta de amor à própria série e a seus fãs, especialmente aqueles que, como eu, acompanham a série desde seu início. Não há nem o que se discutir, se você é fã de Resident Evil, esse game é para você, feito sob medida para os fãs.

É claro que se você nunca teve contato com a série antes, o game continua sendo excelente. Mas para aproveitá-lo por completo, você precisa, no mínimo, conhecer os eventos da trilogia original para entender bem o que está acontecendo e as referências feitas. Felizmente, a trilogia original de Playstation está bem em conta atualmente (Especialmente na GOG), e os remakes dos três primeiros games também são facilmente acessíveis (ainda que estejam um tanto salgados).

O game enfim encerra a história de Raccoon City. Mas ainda deixa várias pontas soltas para continuações. Ou pelo menos para DLCs que certamente devem vir por aí. Entretanto, há alguns pontos da narrativa do game que ficaram sem explicação, apenas como breves pistas (bem óbvias) de seus significados. Infelizmente esses pontos foram muito pouco explorados aqui, deixando em aberto possíveis rumos para a história continuar daqui pra frente. E é certeza que ela vai continuar.

E, há uma característica bem marcante do game: Ele não dá seguimento aos pontos soltos da DLC Shadow of Rose de Resident Evil Village. Assim, temos uma história incompleta do game passado, alguns pontos deixados em aberto em Requiem, fora ganchos que o game deixa em aberto para mais continuações. Uma coisa é certa, Resident Evil está completando 30 anos agora em março, e ainda tem muita lenha pra queimar. Ou melhor dizendo… muitos vírus para espalhar?

Resident Evil Requiem foi lançado no dia 27 de fevereiro com versões para PC, Playstation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch 2.

Agradecimentos à Capcom por nos ceder uma cópia do game!

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Renan do Prado

Amante de Metal Gear, platinador de Soulsborne e exímio jogador online (quando o lag não atrapalha).

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