The Dungeon Club é um card game de dedução social onde até quem morre pode vencer a partida

21 de julho de 2026

Os jogos de dedução social costumam seguir uma regra simples: quem é eliminado assiste ao restante da partida do lado de fora. Eis que chega The Dungeon Club, com uma ideia diferenciada para mudar essa lógica.

Ambientado em uma aconchegante taverna medieval, o jogo se apresenta como um card game multiplayer que desafia os participantes a descobrir quem está mentindo enquanto tentam sobreviver às consequências de suas próprias acusações.

Sempre que um jogador desafia outro, entra em cena um sistema de cartas chamado Treachery Cards, capaz de virar o resultado dos confrontos. Já quem blefa sem sucesso precisa encarar a misteriosa Curse Box, que pode invocar dragões, hidras, desastres mágicos e outros eventos capazes de mudar completamente os rumos da partida.

Caso um jogador caia, a eliminação está longe de significar o fim da partida: é justamente após a eliminação que The Dungeon Club se diferencia de outros títulos do gênero.

Em vez de deixar a partida, o jogador retorna como um fantasma e passa a utilizar cartas exclusivas do submundo. Nessa nova condição, será possível assombrar os sobreviventes, atrapalhar seus turnos, enfrentar outros espíritos e coletar almas, tudo isso ainda em busca da vitória — por um outro caminho.

Confira abaixo o trailer de anúncio do game:

Além das partidas online contra outros jogadores, o game também contará com adversários controlados por inteligência artificial, permitindo aprender as mecânicas ou disputar partidas mesmo sem reunir um grupo de amigos.

Os desenvolvedores acreditam que a combinação entre blefes, cartas especiais e a participação ativa dos fantasmas faz com que cada rodada gere situações imprevisíveis e histórias diferentes, com forte potencial de abalar amizades.

The Dungeon Club ainda não possui data de lançamento, mas já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam.

(Via: Assessoria RA Tabletop)

Rodrigo Pscheidt

Jornalista, baterista, gamer, trilheiro e fotógrafo digital (não necessariamente nesta ordem). Apaixonado por videogames desde os tempos do Atari 2600.

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