Razer apresenta Mako, sua nova linha de caixas de som para desktop, compatível com o Razer Chroma RGB
A Razer apresentou as caixas de som Mako e Mako X, com áudio 2.1 ou 2.0, Bluetooth, USB-C e iluminação Chroma RGB.
A Razer apresentou a Mako, sua nova linha de caixas de som para desktop voltada a quem joga, e a grande sacada aqui é combinar grave mais reforçado com iluminação Razer Chroma RGB em um formato que não toma o espaço todo da mesa. São dois modelos, Mako e Mako X, cada um pensado para um tipo de setup.
Caixa de som de desktop andou meio esquecido nos últimos lançamentos da marca, que vinha focando mais em headsets e mouses. Mas com esta novidade, é exatamente essa lacuna que a linha Mako tenta preencher agora.
O que muda entre os dois modelos
O Mako é a versão maior, com subwoofer dedicado de 3,5 polegadas voltado para frente e configuração de 2.1 canais. Ele entrega 40 W RMS (60 W de pico) e resposta de frequência que desce até 45 Hz — número que ajuda a explicar por que a Razer promete graves mais “sentidos” do que o tamanho do produto sugere.
Já o Mako X troca o subwoofer por radiadores passivos embutidos no próprio gabinete, numa configuração 2.0. A potência cai para até 30 W RMS (45 W de pico), com resposta que vai até 60 Hz. Na prática, é a opção para quem tem menos espaço na mesa e não quer abrir mão do som encorpado.
Os dois usam drivers full-range de 2,75 polegadas ajustados sob medida e um desenho inclinado que projeta o som direto para a altura dos ouvidos — um detalhe que faz diferença em quem senta perto do monitor. Ambos também simulam surround virtual 7.1, recurso já comum em headsets da marca e que agora chega às caixas de mesa.
Iluminação Chroma RGB: cada modelo tem sua proposta
Aqui está uma das poucas diferenças realmente visuais entre os dois. O Mako projeta luz Chroma RGB pela parte traseira, criando um brilho que “vaza” para além da própria caixa — ideia parecida com a de monitores com iluminação de fundo. Já o Mako X aposta em algo mais discreto: uma faixa de iluminação inferior com 10 zonas, que ilumina por baixo das caixas.
Em comum, os dois suportam a paleta de 16,8 milhões de cores do ecossistema Chroma e reagem a efeitos de mais de 300 jogos já integrados à plataforma da Razer — o tipo de recurso que costuma agradar quem monta setup para streaming ou simplesmente gosta de deixar tudo sincronizado.
Conectividade simples, sem complicação
Segundo a Razer, um único cabo USB-C já resolve a questão da energia e áudio nos dois modelos. A diferença fica na exigência de potência: o Mako aproveita melhor uma fonte USB-C de 30 W ou mais, enquanto o Mako X funciona até com USB padrão de 15 W, ganhando desempenho extra se a fonte for mais robusta. Bluetooth 5.3 e entrada P2 (3,5 mm) completam as opções, para quem prefere ligar direto no celular ou em outro dispositivo sem passar pelo PC.
Quando chega ao Brasil
Por enquanto, a Razer não deu nenhuma previsão de lançamento da linha Mako no mercado brasileiro. A empresa divulgou mais detalhes do Mako X em sua página oficial, mas sem menção a preço ou data, o que é comum nesse tipo de anúncio inicial, geralmente feito primeiro para os mercados americano e europeu antes de qualquer confirmação por aqui.
Vale ficar de olho: linhas de áudio da Razer costumam levar alguns meses entre o anúncio internacional e a chegada oficial ao Brasil.
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