Björn Ulvaeus, do ABBA, propõe discussão sobre uso de IA na música
Björn Ulvaeus, um dos B's do ABBA, quer discutir o uso de Inteligência Artificial na música, com a sua banda fazendo uma turnê com tecnologia de ponta.
Esta matéria é de 2023 e pode estar desatualizada.
Björn Ulvaeus, membro icônico do ABBA, expressa certa apreensão quanto ao impacto da Inteligência Artificial na música em comunicado ao assumir a presidência da CISAC (Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores).
Neste ano, vimos a IA “ajudar” na criação de “novas músicas” do Oasis, caso os irmãos Gallagher estivessem em paz e produzindo novas músicas. Além disso, também ficamos sabendo que Paul McCartney está usando a tecnologia para a “última música dos Beatles“, e ouvimos opiniões como a de David Hayter e Paul Eiding, de Metal Gear Solid, totalmente contrários à clonagem de suas vozes.
Os resultados deste ano mostram que o sistema de gerenciamento coletivo, apesar dos desafios enormes que enfrenta na adaptação ao digital, continua robusto e eficaz. Os CMOs (organizações de gestão coletiva) apoiam os criadores que servem e agora estão entregando mais dinheiro a mais criadores do que nunca.
E isso é uma boa notícia — porque, depois da Covid e da crise econômica, o que enfrentamos agora é outro desafio existencial muito sério — o da inteligência artificial. A IA vai mudar radicalmente o mundo dos criadores e a indústria criativa.
É preciso liderança internacional e uma forte frente unida de todas as partes da indústria criativa.
Siga o Arkade no Instagram @revistaarkade Seguir
Essa declaração vem à tona durante a turnê do ABBA: Voyage, onde a banda utiliza a tecnologia de captura de movimento. Esta técnica permite que os fãs vejam no palco avatares virtuais dos artistas quando jovens, na época da explosão do quarteto em todo o mundo, que, por sua vez, ouvem os músicos cantando e tocando “por trás dos palcos”, criando uma experiência única e futurista.




