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Graveyard Keeper 2, o simulador de cemitério macabro, chega com exército zumbi para guerra

A sequência do sombrio simulador de administração de cemitério chegou nesta terça a PC e consoles, trazendo pela primeira vez um sistema de combate com exército de zumbis para defender a cidade reconstruída.

Raphael
Cena de combate em Graveyard Keeper 2 com o Inquisidor lutando contra soldados invasores em uma vila medieval

Graveyard Keeper 2 chegou nesta terça-feira, 22 de setembro, para PC e consoles. A sequência do simulador de cemitério medieval, desenvolvida pelo estúdio lituano Lazy Bear Games e publicada pela tinyBuild, está disponível na Steam, Epic Games Store, GOG, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. O jogo custa US$ 24,99 (R$ 74,99) em todas as plataformas, e quem fez a pré-venda garantiu bônus exclusivos, como uma sauna para o quintal do personagem e uma cor de roupa diferente para cada plataforma.

A história se passa alguns anos depois do primeiro Graveyard Keeper, lançado em 2018. Desta vez o jogador não controla o mesmo coveiro: assume o papel de um segundo personagem, preso injustamente pela praga de zumbis que o protagonista original colocou em movimento. Liberto da cadeia, ele vira o Grande Inquisidor e recebe a missão de reconstruir a cidade e conter o apocalipse antes que ele se espalhe pelo reino. É uma virada parecida com a de séries que trocam de protagonista a cada continuação, mas mantêm o mesmo mundo torto e o mesmo humor sombrio que marcaram o primeiro jogo.

A espinha dorsal do jogo continua sendo a administração do cemitério: colher plantas, animais e restos humanos, como corações, ossos e pele, para fabricar equipamentos e automatizar a produção. A ideia lembra o ritmo de cultivo e comércio de Stardew Valley, mas com uma camada de fábrica automatizada mais próxima de simuladores como Factorio, só que usando cadáveres como matéria-prima. Restaurar as casas dos moradores da cidade também rende lucro, e boa parte do trabalho pesado agora pode ser delegada aos próprios mortos-vivos, que funcionam como uma linha de produção ambulante enquanto o jogador cuida da estratégia.

A maior novidade da sequência é a camada de combate, ausente no primeiro jogo. Agora é possível construir torres e fortificações, forjar armaduras e armas, treinar tropas de zumbis e levá-las à batalha contra invasores que ameaçam a cidade. Os confrontos acontecem em diferentes bairros do mapa, e capturar pontos de controle libera novas áreas para reconstrução. É como se Graveyard Keeper 2 pegasse emprestado elementos de jogos de defesa de base, mas trocasse arqueiros e catapultas por um exército reanimado com as próprias mãos do jogador, o que cria um contraste e tanto com o clima caseiro da parte de administração.

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Graveyard Keeper 2 já sai com texto e dublagem completos em português do Brasil, ao lado de inglês, francês, alemão, espanhol, japonês, coreano, polonês, russo, chinês simplificado e turco. Quem quiser experimentar antes de comprar pode instalar a demo gratuita, disponível em todas as plataformas desde o mês passado. A Lazy Bear Games também assina Punch Club e Bandle Tale: A League of Legends Story, enquanto a tinyBuild é conhecida por publicar a série Hello Neighbor e o Graveyard Keeper original.

Fonte: Steam

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Graveyard Keeper

Ficha do jogo
Lançamento
15 de agosto de 2018
Desenvolvedora
Lazy Bear Games
Publicadora
tinyBuild
Gênero
Simulação e RPG eletrônico
Raphael

PC Gamer / Time Traveller

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