PROCEDURE ZERO é um game feito por uma pessoa só, que te coloca em uma prisão com missões stealth
PROCEDURE ZERO chega ao PC em novembro com demo gratuita, stealth em uma prisão, economia de favores e suporte completo ao português do Brasil.
PROCEDURE ZERO, um jogo de stealth em primeira pessoa ambientado numa prisão, chega ao PC pela Steam em 12 de novembro de 2026, e quem quiser testar antes já pode baixar a demo gratuita, que cobre as duas primeiras missões e dura cerca de 25 minutos. O projeto é da Delanivo Games, estúdio de uma pessoa só, o polonês Łukasz Twardowski, que assina como desenvolvedora e publicadora.
Você controla um auditor que, durante uma inspeção, encontrou documentos que não devia ter visto e tirou uma cópia. Poucos dias depois, estava preso, sem sentença e sem nome na ficha, só com a palavra ZERO no lugar. A situação piora porque, de vez em quando, as luzes do bloco se apagam e, quando voltam, há uma cama vazia. Ninguém volta a ver o prisioneiro que dormia ali, e o seu nome é o próximo da lista.
A jogabilidade gira em torno de observar os guardas, entender os horários e as rotas deles e esperar a brecha certa. Dá para ligar um rádio ou incendiar uma caixa de papelão para atrair um guarda até o local, aparecer por trás, apagar o sujeito com um cassetete, arrastá-lo pelas pernas até uma sala vazia e trancá-lo lá dentro. Só que nem tudo se resolve no silêncio: algumas missões pedem briga mesmo, e entrar na cela de outro detento pode render soco na cara. Você também pode partir para cima de qualquer prisioneiro por conta própria. Pelo caminho, vai juntando documentos que mostram o que realmente acontece ali dentro.
Um detalhe que diferencia o jogo dos stealths mais tradicionais é a economia da cadeia, em que cigarros e moedas funcionam como dinheiro. Com eles, você compra informação, favores e ajuda de outros presos, e quase todo mundo quer alguma coisa em troca. Quem cumpre o combinado ganha aliados, e é isso que sustenta a estrutura da campanha: a cada missão concluída, uma parte da prisão passa para o seu controle, e o mapa mostra quais áreas já são suas. A ideia é reunir gente suficiente para descobrir quem está por trás dos desaparecimentos e, claro, sair dali.
Apesar de estar sendo feito na Polônia o game tem suporte ao português do Brasil com interface, legendas e dublagem completa, algo que nem todo indie de um desenvolvedor só oferece. O jogo ainda tem áudio completo em inglês, chinês simplificado, japonês, polonês e russo, e um total de 23 idiomas com interface e legendas.
O desenvolvedor também informou na página, no campo de divulgação de conteúdo gerado por IA, que usou ferramentas de inteligência artificial nas vozes dos personagens, nos efeitos sonoros, na cena de abertura e nas traduções do polonês. Segundo ele, tudo foi escolhido e editado à mão, e o jogo não gera nada durante a partida.
Para rodar o jogo, os requisitos mínimos e recomendados são os seguintes:
- Mínimo: Windows 10 64-bit (versão 1909 ou mais nova), processador de 4 núcleos e 8 threads (como Intel Core i7-7700 ou AMD Ryzen 5 1400), 8 GB de RAM, placa de vídeo com 6 GB de VRAM ou mais (como GTX 1660 ou RX 5500 XT 8 GB), DirectX 12 e 15 GB de espaço livre.
- Recomendado: Windows 11 64-bit, 6 núcleos (como Core i5-10400 ou Ryzen 5 3600), 16 GB de RAM, RTX 3060 de 8 GB ou RX 6600 XT, DirectX 12 e os mesmos 15 GB de armazenamento.
O próprio criador pede, na página, que quem jogar a demo conte o que achou, o que dá uma boa chance de ajudar em um projeto que ainda está nas mãos de uma pessoa só.
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