Desenvolvedor de NBA 2K27 explica como o game foi integrado ao DLSS 5 da NVIDIA
NBA 2K27 usará DLSS 5 e renderização neural no PC para aprimorar iluminação, jogadores, torcida e realismo das partidas.
A versão de PC do NBA 2K27 vai utilizar o DLSS 5 da NVIDIA em conjunto com uma tecnologia de renderização neural guiada por 3D para tentar entregar o maior nível de fotorrealismo já visto na franquia de basquete. A integração foi explicada pela equipe da desenvolvedora Visual Concepts e pela distribuidora 2K. O objetivo principal da atualização é fazer com que o visual do jogo fique o mais próximo possível de uma transmissão ao vivo real da NBA ou WNBA, focando pesado na melhoria de iluminação e no comportamento de jogadores e elementos das partidas.
Sabe aqueles pequenos detalhes visuais que enganam o cérebro e dão peso à cena? É exatamente nessa camada que a nova versão do DLSS trabalha. Os desenvolvedores afirmam que a diferença visual bate de frente logo nos primeiros minutos, conforme já foi observado quando uma versão do jogo com o recurso vazou. O sistema agora simula com bastante precisão como a luz atravessa áreas mais finas do corpo, como as orelhas dos atletas, por exemplo. O caimento das roupas ganhando camadas naturais sobre a pele e a forma como o cabelo reage às luzes e sombras do ginásio também receberam um salto visível de qualidade.
Renderizar dezenas de milhares de torcedores nas arquibancadas sempre foi algo puxou muito processamento da máquina, desde que a torcida deixou de ser “de papel” e começou a interagir com os jogos. Com a nova ferramenta da NVIDIA, o ambiente inteiro da arena recebe o tratamento avançado de iluminação e detalhamento sem sacrificar a performance das máquinas, mesmo durante movimentações rápidas em quadra, conforme a própria empresa explicou no lançamento do recurso.
A grande sacada técnica para quem está criando o jogo é usar o nível de controle que a ferramenta permite, garantindo a promessa de que os desenvolvedores terão suas questões artísticas respeitadas. A Visual Concepts revelou o uso de uma máscara de controle de elevação por pixel. O nome é complexo, mas na prática isso serve para que a equipe possa fazer ajustes milimétricos nos personagens. O foco, assim, é garantir que o rosto e as características físicas de cada jogador fiquem idênticos aos dos astros reais da liga, respeitando a identidade visual proposta pelo estúdio sem deixar os gráficos com um aspecto artificial de IA.
O resultado de toda essa engenharia de software é uma sensação de imersão bem mais densa para a comunidade que joga no computador. Pois, segundo Peter Lavic, o produtor sênior de NBA 2K27, a tecnologia pode, agora, deixar de ser apenas uma muleta para ganhar quadros por segundo e passa a atuar de forma mais ativa na construção artística da simulação esportiva.
Aproveite que está aqui e siga o Arkade no
Aproveite Assassin’s Creed Black Flag Resynced com desconto e frete Prime na Amazon.
Ganhamos uma pequena comissão nos links compartilhados em nossos posts. Você não gastará nada mais com isso e ainda apoiará o jornalismo independente de games e cultura.




