Fórmula 1 – O GP em Sepang ampliou as buscas pelo o que fazer na Malásia além da pista
Veja o que fazer na Malásia além do GP de Sepang, com roteiros por Kuala Lumpur, Penang, Langkawi e áreas naturais.
A Malásia recebe a Fórmula 1 de 2 a 4 de outubro, no Circuito Internacional de Sepang, em uma etapa excepcional chamada oficialmente de Grande Prêmio do Bahrein na Malásia. Para quem pensa em atravessar o mundo para ver corrida, vale saber que o país tem bastante coisa para encher o roteiro antes e depois do fim de semana de pista, segundo o material de divulgação da Tourism Malaysia.
Por onde começar na primeira viagem
A maioria dos visitantes de primeira viagem faz Kuala Lumpur de base. A capital junta arranha-céus, mercados tradicionais, templos, mesquitas e bairros históricos, e dá para ver ali como as diferentes culturas do país se misturaram.
Dali, o passo seguinte costuma ser George Town, na ilha de Penang, e Melaka. As duas cidades são Patrimônio Mundial da UNESCO, com centros que ainda guardam prédios com séculos de idade, museus, cafés, galerias e mercados, tudo contando a história das trocas comerciais e culturais que marcaram a região.
Se a ideia é trocar o asfalto pelo mar, Langkawi entra como opção de descanso. O arquipélago tem praias, trilhas na floresta tropical, atividades ao ar livre e um Geoparque Global da UNESCO.
Natureza para quem quer aventura
Nas Terras Altas de Cameron, o clima é mais ameno que no litoral, e a paisagem é feita de colinas com plantações de chá, fazendas e trilhas. Já o Taman Negara abriga uma das florestas tropicais mais antigas do mundo, com passarelas suspensas entre as copas das árvores, passeios de barco pelos rios e caminhadas que permitem ver a biodiversidade de perto.
Quem tiver mais dias pode esticar até Sabah e Sarawak, no Bornéu malaio, onde há parques nacionais, cavernas, rios, montanhas e muita vida selvagem. A região é uma das principais referências de ecoturismo do Sudeste Asiático.
A comida também entra no roteiro
A culinária malaia vem do encontro entre tradições malaias, chinesas, indianas e peranakan, e comer acaba virando parte central da viagem. Em Kuala Lumpur, os mercados noturnos, os centros de alimentação e os restaurantes familiares são bons lugares para provar pratos feitos na hora e ver o dia a dia local.
Penang é considerada a capital gastronômica do país. Em George Town, os centros de comida de rua e as barracas servem pratos conhecidos como:
- char kway teow: macarrão de arroz salteado no wok;
- nasi kandar: arroz servido com diferentes preparações e curries;
- assam laksa: sopa de macarrão com caldo azedo e picante de peixe e tamarindo.
MotoGP também passa por Sepang
Quem chegar depois da F1 ainda pega o Grande Prêmio Petronas da Malásia de MotoGP, de 30 de outubro a 1º de novembro, de novo em Sepang. A pista combina retas longas com curvas lentas e outras de alta velocidade, o que favorece ultrapassagens, enquanto o calor e a umidade tropicais exigem bastante preparo físico dos pilotos.
Chegar e circular é mais fácil do que parece
O Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur é um dos maiores pontos de conexão do Sudeste Asiático, com voos para cidades da Europa, do Oriente Médio, da Ásia e da Oceania. Para o viajante latino-americano, isso amplia as combinações possíveis de rota. Dentro do país, voos domésticos, trens e rodovias ligam os destinos, e a localização permite usar a Malásia como base para conhecer outros países da Ásia na mesma viagem.
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