A Investigação Póstuma já está disponível no Nintendo Switch e Android; a versão de iOS chega em breve
A Investigação Póstuma chega ao Nintendo Switch e Android com demo gratuita no celular, enquanto a versão para iOS está em preparação.
A Investigação Póstuma já está no Nintendo Switch e no Android. A versão de iOS vem em seguida. O caso que começou no PC em março agora roda no portátil e no celular, com demo gratuita no mobile para quem quiser testar o começo antes de pagar.
No Switch e no PC o jogo sai por R$ 49,99. No Android o preço promocional é R$ 24,90 — o mesmo valor previsto para o iOS. A versão de computador continua disponível na Steam e na Nuuvem.
As edições novas já vêm com o pacote de correções e melhorias que o jogo recebeu depois do lançamento original. Dá para ajustar o tamanho dos textos, o que ajuda bastante em tela pequena ou se o jogador prefere letra maior. No celular, a escolha de controle envolve toque na tela ou controle por Bluetooth (e também com conexão direta).
Quem entra na história assume o papel de um detetive contratado pelo próprio Brás Cubas para descobrir quem o matou. O cenário é um Rio de Janeiro de 1937 com cara de filme noir, temperado pelo humor seco e irônico de Machado de Assis. O dia se repete. A cada volta o jogador leva o que já aprendeu, testa outra rota, observa outra rotina e tenta encaixar as peças do crime.
A equipe chama esse cruzamento de obras de Machadoverso. Entram elementos de Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Alienista, Quincas Borba e Dom Casmurro numa trama só, sem virar aula de literatura. São 14 personagens com horários, segredos e motivos próprios. O trabalho é seguir, interrogar, confrontar álibis e montar o quadro da investigação até o loop quebrar.
Bruno Toledo, cofundador da Mother Gaia e diretor do jogo, resumiu o momento: “Levar nosso jogo para outras plataformas é algo que nós sonhamos há muito tempo. Estamos muito felizes em ver mais pessoas entrando no nosso Machadoverso e, agora que o jogo chega aos portáteis, esperamos que possa fazer parte dos momentos de pausa no dia a dia de cada um e tornar essa investigação ainda mais próxima.”
O estúdio fica em Bauru, no interior de São Paulo. A semente do projeto veio de um protótipo de game jam em 2014 e o desenvolvimento formal começou em 2020, com um time enxuto. A publicação fica com a CriticalLeap, o selo da Nuuvem. Além do português, o jogo já saiu em inglês, japonês, chinês e russo.
Para quem ainda não conhece o caso, a demo no Android mostra o início da investigação sem compromisso. O restante fica para você, e como diria o Seu Madruga, os seus “dotes detetivescos”, cuidarão do resto.
Aproveite que está aqui e siga o Arkade no
Garanta já a sua cópia de Marvel’s Wolverine, e receba o disco em casa com o frete Prime da Amazon.
Ganhamos uma pequena comissão nos links compartilhados em nossos posts. Você não gastará nada mais com isso e ainda apoiará o jornalismo independente de games e cultura.




