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Abragames e Brazil Games levam delegação brasileira para a Tokyo Game Show 2026

Abragames e Brazil Games levam 21 estúdios brasileiros à Tokyo Game Show 2026, com 12 jogos jogáveis e foco em negócios na Ásia.

Junior Candido
Abragames e Brazil Games levam delegação brasileira para a Tokyo Game Show 2026

A Tokyo Game Show 2026 começa nesta quinta-feira, 17 de setembro, no Makuhari Messe, em Chiba, e o Brasil chega com a maior presença oficial que o projeto Brazil Games já montou no Japão. São 21 estúdios no chão da feira, cerca de 55 pessoas na comitiva e 12 jogos nacionais disponíveis para teste no estande da área indie, no espaço 09-C59. Outros nove estúdios entram pela vitrine online e pelo evento da Steam que roda em paralelo à programação.

Esta edição da TGS é a primeira com cinco dias de duração e coincide com os 30 anos do evento. Os dias 17 e 18 ficam reservados para negócios; de 19 a 21 a feira abre ao público. Na prática, isso alonga a janela de reuniões com publishers, executivos e entidades da Ásia, mercado que a Abragames trata como prioridade nesta temporada.

O movimento é organizado pela Abragames, por meio do Brazil Games, em parceria com a ApexBrasil. É a segunda participação oficial do programa na TGS, desta vez com estande próprio e agenda de encontros ao longo da semana. A ideia não é só aparecer na foto. É sentar com quem publica, distribui e investe no Japão e no restante da Ásia, apresentar projeto pronto para conversa e tentar sair com uma parceria, projeto de co-desenvolvimento ou canal de distribuição.

No estande, o recorte dos jogos jogáveis ajuda a entender o que a comitiva quer mostrar. Dá para investigar o assassinato de The Posthumous Investigation, enfrentar o sobrenatural de Enigma of Fear, montar time em Bagdex, quebrar espaço e física em Paradoxical ou testar o ritmo de sobrevivência de Caravana 2000 e Sigils of Nightfall. Horror, RPG tático, puzzle, mistério e roguelite cabem no mesmo corredor, que mostra alguns bons exemplos de jogos brasileiros que conquistaram os jogadores.

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Os 21 estúdios com presença física são 2 Wedges, Afallon, Árvore Experiências Imersivas, Auron Studio, Druid Creative, From Beyond Game Studio, Frontiers Group Entertainment, Huuda, Indie Hero, Mad Mimic, Mito Games, Nuuvem / CriticalLeap, Plot Kids, QUByte Interactive, Radioativa Game Sounds, Rockhead Studios, Rogue Snail, RoundTable Studio, Studio Bravika, UX4Indie e Venn Studios.

Na vitrine da Steam e na exposição online entram Sue The Real, Fableware, Mandinga Games, Akyoma Studios, Potato Kid, Bragi Estúdios, Coffeenauts, Aoca Game Lab e Epopeia Games.

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Patrícia Sato, gerente executiva do projeto, descreve a TGS como espaço para aproximar empresas brasileiras de players de mercados diferentes e abrir conversa especialmente com a Ásia. Segundo ela, o evento serve para apresentar projeto, identificar parceiro e cliente e construir relação que ajude o estúdio a crescer fora do país. O tom é de trabalho de mesa, não de palanque.

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Junior Candido

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